Nome: Ricardo Pereira
Data de Nascimento: 27 de Fevereiro de 1981
Altura: 1.84
Peso: 82 kg
Posição: Avançado / Extremo
Nº preferido: 7
Clube do coração: FC Porto
Clube Actual: 1º Dezembro
Clubes que representou: Estrela Amadora, Real, Oeiras, Futebol Benfica e 1º Dezembro
Títulos que conquistou: Campeão distrital Lisboa juvenis (Real), juniores (Real) e seniores (Real) e mais 2 subidas de divisão em seniores também (Oeiras e Futebol Benfica)
Quem é o Ricardo Pereira?
Um rapaz que adora futebol, adora jogar e treinar.
Fora do futebol , sou um rapaz simples, que gosta de se divertir com os amigos, de praia, de assistir a um bom filme em boa companhia, entre outras coisas.
Tens alguma alcunha no mundo do futebol?
Nunca tive uma que agarrasse mesmo, mas no 1º Dezembro alguns colegas chamam-me Berbatov, agora o Anastácio colou-me a de Hulk de São Pedro.
Como e quando decidiu que queria ser jogador de futebol?
Desde pequeno que o meu brinquedo favorito era uma bola, andava sempre com ela debaixo do braço para todo o lado. Esse bichinho nasceu comigo penso eu, e aos 9 ao entrar para o Estrela da Amadora (morava ali paredes meias) esse sonho cresceu ainda mais.
Conseguiu cumprir todos os seus objectivos como jogador, e até onde pensa que pode chegar?
Obviamente houve alturas em que sonhei que poderia chegar mais longe, mas nas primeiras épocas de sénior joguei pouco e penso que isso foi prejudicial para o meu desenvolvimento. Apesar disso, vejo as coisas pela positiva, consegui sempre ter clube com relativa facilidade, sempre tive confiança dos colegas e treinadores e fiz muitas amizades, e isso é o que me deixa mais feliz nestes muitos anos já de futebol. Em relação ao futuro pessoal, já não aspiro a grandes coisas uma vez que já fiz 30 anos, mas espero acima de tudo subir para a 2ª divisão esta época e se possível jogar nessa divisão, o que nunca consegui fazer até hoje.
O que mais o fascina no mundo do futebol?
São várias as coisas que adoro, mas destaco sobretudo o ambiente de balneário e as amizades que se criam.
O que menos gosta no mundo do futebol?
O que menos gosto no futebol são as lesões e a falta de oportunidades para muitos jogadores de qualidade, chegando lá acima por vezes jogadores maus mas que têm um bom empresário. Mas hoje em dia isto é um negócio, e estas coisas fazem parte.
Quem é o melhor jogador com quem já jogaste?
Joguei em miúdo com vários jogadores de qualidade, como é o caso do Vasco Matos (actualmente no Desportivo das Aves) e do Tininho (ex. Beira Mar, Belenenses e Leixões) mas como sénior destaco o meu actual colega Ricardo Cunha e o Miguel Gonçalves com quem joguei no Real, um lider em campo que dava 200%, marcava imensos golos e jogava em qualquer posição.
Quem é o melhor treinador com quem trabalhaste?
Houve vários treinadores que gostei de trabalhar, uns por umas coisas, outros por outras, mas destaco os dois últimos. O mister Presume que dava sempre treinos rasgadinhos com muita exigência e eu sou um jogador que gosta bastante de treinar e dar o máximo, e o mister actual, Bastos Lopes, de quem sinto ter a confiança máxima, que dá liberdade para um jogador em campo decidir pela sua cabeça e improvisar, e isso é muito importante para um jogador.
Como avalias a III Divisão Série E deste ano, melhor ou pior do que aquilo que esperavas, e o que fazias para melhorar?
A 3ª divisão está como esperado, competitiva como sempre, mas é uma divisão que nos últimos anos está mais jovem, com muitos talentos a despontar, ao contrário de quando cheguei a sénior onde havia muito jogador mais velho e experiente. Penso que essa experiência é muito importante nas equipas, e eu próprio com a idade fui tendo essa noção, a irreverência, força e velocidade da juventude fazem falta mas tem de ser equilibrada. Um exemplo disso era o ano passado o Torreense. Penso que no ano passado havia 2 ou 3 jogadores muito acima da média, como o Coça, Pedro Santos, Zeca, sendo que este ano surgiram alguns jogadores que me surpreenderam, como o André Simões do Caldas, Manuel Liz e Viegas do Sintrense, e os meus colegas Mamadu (que é uma força da natureza e que vai chegar longe) e o Luis Veloso. Outros que já conhecia, casos do Tiago Lemos, Edgar e Sérgio Nunes também vieram aumentar a qualidade da divisão.
Sabemos que jogaste em várias equipas e divisões, qual a tua opinião, notas grandes diferenças?
Joguei apenas em duas divisões, Honra de Lisboa e 3ª divisão, e posso dizer que as diferenças são mínimas. Penso que a organização dos clubes na 3ª é superior e isso vai reflectir-se nos resultados, e as que não são organizadas descem na certa. Penso também que, visto ser uma divisão acima, tem mais jogadores de qualidade como é normal. Enquanto na honra as equipas têm um núcleo duro, na 3ª tens de ter um plantel equilibrado quase por inteiro para lutares pelos primeiros lugares.
Como encara uma derrota?
Felizmente não sou aquela pessoa que fica cabisbaixa e chateada por muito tempo. Penso muito sobre o que fiz bem e mal durante umas horas mas não faço grandes dramas nem fico de mau humor, sei que é um dos 3 resultados possíveis.
O momento que mais o marcou enquanto jogador:
Penso que o momento mais marcante terá sido o meu regresso após uma lesão muito longa. Estive 9 meses sem competir devido a uma hérnia que se julgava pubalgia, e só após operação voltei a jogar, sendo que o 1º jogo após a lesão foi logo a titular e diante do poderoso Boavista para a taça de Portugal, com João Vieira Pinto, Fary, Lucas, Hélder Rosário, Carlos Fernandes, Ricardo Silva, ...
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