sexta-feira, 26 de agosto de 2011

UMA MAIS VALIA DO 1º DEZEMBRO


Blog de honradivisaoenacionais : Futebol Distrital & Campeonatos Nacionais, Á conversa com o Hulk (Sintra)
Nome: Ricardo Pereira
Data de Nascimento: 27 de Fevereiro de 1981
Altura: 1.84
Peso: 82 kg
Posição: Avançado / Extremo
Nº preferido: 7
Clube do coração: FC Porto
Clube Actual: 1º Dezembro
Clubes que representou: Estrela Amadora, Real, Oeiras, Futebol Benfica e 1º Dezembro
Títulos que conquistou: Campeão distrital Lisboa juvenis (Real), juniores (Real) e seniores (Real) e mais 2 subidas de divisão em seniores também (Oeiras e Futebol Benfica)
Quem é o Ricardo Pereira?
Um rapaz que adora futebol, adora jogar e treinar.
Fora do futebol , sou um rapaz simples, que gosta de se divertir com os amigos, de praia, de assistir a um bom filme em boa companhia, entre outras coisas.
Tens alguma alcunha no mundo do futebol?
Nunca tive uma que agarrasse mesmo, mas no 1º Dezembro alguns colegas chamam-me Berbatov, agora o Anastácio colou-me a de Hulk de São Pedro.
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Como e quando decidiu que queria ser jogador de futebol?
Desde pequeno que o meu brinquedo favorito era uma bola, andava sempre com ela debaixo do braço para todo o lado. Esse bichinho nasceu comigo penso eu, e aos 9 ao entrar para o Estrela da Amadora (morava ali paredes meias) esse sonho cresceu ainda mais.
Conseguiu cumprir todos os seus objectivos como jogador, e até onde pensa que pode chegar?
Obviamente houve alturas em que sonhei que poderia chegar mais longe, mas nas primeiras épocas de sénior joguei pouco e penso que isso foi prejudicial para o meu desenvolvimento. Apesar disso, vejo as coisas pela positiva, consegui sempre ter clube com relativa facilidade, sempre tive confiança dos colegas e treinadores e fiz muitas amizades, e isso é o que me deixa mais feliz nestes muitos anos já de futebol. Em relação ao futuro pessoal, já não aspiro a grandes coisas uma vez que já fiz 30 anos, mas espero acima de tudo subir para a 2ª divisão esta época e se possível jogar nessa divisão, o que nunca consegui fazer até hoje.
O que mais o fascina no mundo do futebol?
São várias as coisas que adoro, mas destaco sobretudo o ambiente de balneário e as amizades que se criam.
O que menos gosta no mundo do futebol?
O que menos gosto no futebol são as lesões e a falta de oportunidades para muitos jogadores de qualidade, chegando lá acima por vezes jogadores maus mas que têm um bom empresário. Mas hoje em dia isto é um negócio, e estas coisas fazem parte.
Quem é o melhor jogador com quem já jogaste?
Joguei em miúdo com vários jogadores de qualidade, como é o caso do Vasco Matos (actualmente no Desportivo das Aves) e do Tininho (ex. Beira Mar, Belenenses e Leixões) mas como sénior destaco o meu actual colega Ricardo Cunha e o Miguel Gonçalves com quem joguei no Real, um lider em campo que dava 200%, marcava imensos golos e jogava em qualquer posição.
Quem é o melhor treinador com quem trabalhaste?
Houve vários treinadores que gostei de trabalhar, uns por umas coisas, outros por outras, mas destaco os dois últimos. O mister Presume que dava sempre treinos rasgadinhos com muita exigência e eu sou um jogador que gosta bastante de treinar e dar o máximo, e o mister actual, Bastos Lopes, de quem sinto ter a confiança máxima, que dá liberdade para um jogador em campo decidir pela sua cabeça e improvisar, e isso é muito importante para um jogador.
Como avalias a III Divisão Série E deste ano, melhor ou pior do que aquilo que esperavas, e o que fazias para melhorar?
A 3ª divisão está como esperado, competitiva como sempre, mas é uma divisão que nos últimos anos está mais jovem, com muitos talentos a despontar, ao contrário de quando cheguei a sénior onde havia muito jogador mais velho e experiente. Penso que essa experiência é muito importante nas equipas, e eu próprio com a idade fui tendo essa noção, a irreverência, força e velocidade da juventude fazem falta mas tem de ser equilibrada. Um exemplo disso era o ano passado o Torreense. Penso que no ano passado havia 2 ou 3 jogadores muito acima da média, como o Coça, Pedro Santos, Zeca, sendo que este ano surgiram alguns jogadores que me surpreenderam, como o André Simões do Caldas, Manuel Liz e Viegas do Sintrense, e os meus colegas Mamadu (que é uma força da natureza e que vai chegar longe) e o Luis Veloso. Outros que já conhecia, casos do Tiago Lemos, Edgar e Sérgio Nunes também vieram aumentar a qualidade da divisão.
Sabemos que jogaste em várias equipas e divisões, qual a tua opinião, notas grandes diferenças?
Joguei apenas em duas divisões, Honra de Lisboa e 3ª divisão, e posso dizer que as diferenças são mínimas. Penso que a organização dos clubes na 3ª é superior e isso vai reflectir-se nos resultados, e as que não são organizadas descem na certa. Penso também que, visto ser uma divisão acima, tem mais jogadores de qualidade como é normal. Enquanto na honra as equipas têm um núcleo duro, na 3ª tens de ter um plantel equilibrado quase por inteiro para lutares pelos primeiros lugares.
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Como encara uma derrota?
Felizmente não sou aquela pessoa que fica cabisbaixa e chateada por muito tempo. Penso muito sobre o que fiz bem e mal durante umas horas mas não faço grandes dramas nem fico de mau humor, sei que é um dos 3 resultados possíveis.
O momento que mais o marcou enquanto jogador:
Penso que o momento mais marcante terá sido o meu regresso após uma lesão muito longa. Estive 9 meses sem competir devido a uma hérnia que se julgava pubalgia, e só após operação voltei a jogar, sendo que o 1º jogo após a lesão foi logo a titular e diante do poderoso Boavista para a taça de Portugal, com João Vieira Pinto, Fary, Lucas, Hélder Rosário, Carlos Fernandes, Ricardo Silva, ...

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